Não tenho medo do escuro, tenho medo do sol nascer, bater em meu rosto palido e eu ainda me sentir acorrentada.
Bea 13 anos c:.
Porque não importa quantos, beijos e abraços, o que me importa é você estar aqui comigo… Ouvindo meu coração bater por ti, sentindo minha respiração ofegante se felicidade, ver meu sorriso, do qual o motivo é você. Não me importa QUANTOS… Me importa se é verdade, ou se é só mais um sonho que invadiu minha mente e não vai mais conseguir sair… Não até virar realidade…
Deixa pro friu. Deixa pro inverno. Deixa essa estação congelar seus semtimentos, congelar o tempo, congelar as pessoas. Deixa pra se preocupar nesse tempo. Deixa. Deixa que a tristeza vá quando aquele sorriso surgir. Deixa. Deixa você mesmo ser feliz com o pouco que conquistou e os muitos sonhos que possui. Deixa que se iluda, se iludir sabendo da verdade, a mentira não tem culpa. Deixa que o vento leva as coisas ruins, e se deixe sorrir por um olhar. Não se aprisone, ou se condene por culpa, ódio, remorço ou sofrimento. Deixe quem esta a altura para fazer esse julgamento o faça. Não se coloque a cima ou abaixo de ninguém. Seja você. Você o primeiro, você o último, mas que isso te traga uma coisa, uma evolução, que construa,e a partir de agora, que essa memória, faça parte de você, assim como aquele sonho ou pessoa faz. Não importa se é real ou não. Importa se para você existe ou não. E para mim, você é tudo. Tudo. Tudo.
(Source: forever-is-you, via valedasombra)
De repente nem precisa de motivo… Só os corações batendo jah bastam…
Engole as palavras. Solta as lágrimas. Sem emitir nenhum som, a atenção é sua. O que você sempre quiz na hora em que você mais desprezou. Não basta o silêncio, mas este tenque vir acompanhado da solidão. Uma lágrima escorre por um rosto seco, sua dona ao invez de se importar com uma simples gota, apenas se declara inocente de todas as acusações, e pede liberdade quanto a poder expressar a única lágrima rebelde que agora já se apresentava espatifada no chão. A incerteza que a incobria lhe deu um toque de verdade. O ar sufocante que sua dona mau conseguia respirar, correspondia com a rigidez da qual seu coração utilizava para pulsar. A dor que subia e descia, congelava e queimava seu corpo não havia sido em vão. A alma muito mais forte, o corpo muito mais resistente aprendeu a amar o indevido e a odiar o considerável. Só. Em silêncio. Sofrendo. Visível. Vulnerável. Não basta uma vida mau vivida, como a mesma também tende ser longa. Não te quero, o que quero, não tenho liberdade de ter, embora seja mais provavel encontrar outras diversas maneiras de burlar esta lei. Fico em silêncio, admitindo que sofrer é melhor que viver ou mesmo que morrer. Esta última palavra tem tomado meu pensamento. É para la que me encaminho. Sem ar nos pulmões. Sem sentimentos no coração. Sem vida na alma. E pensando agora, este se tornara meu único desejo.
Esparramadas as rosas, esparramadas meu sentimentos; meu coração estapiado, sofrido, dolorido; esparramadas minhas lágrimas de dor diante da lua, que brilha sobre os fracos, e se esconde sob os forres. Uma única batida, uma única dor, uma única separação, um único apelo, um último socorro. Correntes não bastam mais para segurar a idempendência, mas mantêm a insegurança. Correntes não seguram lágrimas, mas envolvem rosas. Meu coração não prende a respiração e mesmo assim não tem fôlego. Todos os pensamentos perdidos no tempo e no espaço. E uma vida perdida em um corpo sem alma.
O tempo que me era necessário para viver, não me foi designado, apenas tempo tive de pensar sobre meus desejos, alegrias, tristezas, momentos, apenas tempo tive de pensar, mas não de atoar, apenas tempo tive de perseber que o que eu queria era você; e minha mais digna proposta de morrer para você viver, se quebrou, e no fim me cortou como vidro, apenas tempo tive de lhe dizer eu te amo, e uma primeira, única, última vez de olhar no fundo de teus olhos e saber que nem eu nem você nos conheciamos; e tempo que era preciso e não tive; com os lábios semi-abertos me despeço do que nunca tive; uma vuda e um amor.
Eu sinto que tenho a possibilidade de conseguir arrancar meu coração do peito,e deixa-lo descansar de todas as angústias que minha alma sofre e que este órgão tem que aturar.Sinto que rasgando minhas unhas em meu peito vou conseguir me libertar,libertar do remorço.Faltaram lágrimas para que por fim meu corpo libere a dor que sinto.Aliaz não sinto nada, nem agora, nem nunca.Mas apenas agora caida no chão gelado,sendo que a única coisa que penetrs em mim esta longe de ser ar,mas apenas alguns raiares do sol que brilha ao longe,mostrando ser soberanos e inalcançáveis.Ao mesmo tempo que estava me sentindo tão próxima do fim quanto de fato estava,me sentia vazia,e pronta para viver.Enquanto havia um conflito em minha mente do porque não me mexia,do porque da tristeza que reinava em meu ser,do porque querer inesperadamente viver,inconscientemente escorregavam de meus olhos algo que havia prendido por muito tempo,e num primeiro momento se tornou irreconhecivel.Enquanto podia sentir em minha boca o gosto doce e amargo de lágrima,podia sentir meu coração acelerar diminuir de velocidade constantemente tentando encaixar uma sensação quente que saia exausta de meus pulmões até que chegasse ao ar puro do lado de fora.Haviam tantos acontecimentos,haviam tantas esperanças,haviam tantas chances;mas ali,no chão,largada como boneca de pano,não conseguia pensar em nada a não ser que o frio chão regulava minha temperatura corporal elavada,e num ato de desesespero respiro novamente,e ainda presa,estou livre da vida.
meianoite-em-paris
Não importa o que aconteça, não importa que eu me afogue, desde que você esteja bem.
(Source: verticalthings, via -loner)
Fraca, sozinha, iludida; era uma vez uma garota que acreditou que seu mais profundo e secreto sonho poderia vir a se tornar realidade; perdida, indesejada, largada; era uma vez uma garota que deixou tudo por apenas uma razão, que nunca se quer se tornou realidade; fria, seca, amarga; era uma vez lágrimas derramadas pelo rosto de uma garota, que depois de um sonho dilacerado, e uma realidade robusta e incredula, se tornou a pior pessoa do mundo, com os piores pensamentos, com as piores atitudes; era uma vez um sonho que massacrou a verdade, e uma verdade que mutilou um sonho; era uma vez um coração rasgado e uma alma que se perdeu no escuro da sombra; era uma vez a minha história.